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Paulo Roberto Alves, Advogado
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Comentário · há 5 dias
Está corretíssima doutora.
Então vamos chegar numa oficina e perguntar para o mecânico se ele vai nos cobrar por verificar o defeito do nosso veículo?No dentista, se ele vai nos cobrar por nos fazer uma restauração? No café da esquina e de costume, perguntar ao dono se ele vai nos cobrar o café que tomamos?!
E aqui pagamos para ser correspondentes e ainda para poder responder a esse tipo de pessoas, percebeu? Quantos clientes em potencial lhe rendeu? Compensou o que gastou? É um tal de 9 reais por x créditos, R$ 30,00 por y créditos etc.
Falta autoestima ao brasileiro. Ele se sente fracassado, e isso é cultural e vem desde séculos passados.
Falta-nos fazer projetos, criar estratégias etc. E aqueles advogados que conhecem de estratégia, vendem caro um programa, e sequer fornecem uma cópia, restringindo-nos ao acesso on line, em que aquele que mais precisa sequer tem condição de pagar. E parcelam, mas desde que seja no cartão de crédito. Claro, está garantido. Ou exigem no boleto o pagamento à vista, como desconto dos juros do cartão.

Enfim, vivemos o caos. E o Judiciário, capenga, pelo menos o TJSP, agora quer criar o denominado CARTÓRIO DO FUTURO, que nada mais é do que um "CARTORÃO". É junção de todas as varas cíveis, p. ex., numa só. E o projeto, a estrutura, será que estão preocupados com isso? Ou só visam o fator economia, em não abrir concursos e não ter mais salários a pagar? E a sociedade, como fica nessa? e a OAB, ahhh a OAB, o que está fazendo a respeito?

Olha querida colega, os advogados hoje não são respeitados e nem se respeitam. A culpa por tudo isso, é da própria classe, pela concorrência desleal que sempre existiu e da politização da OAB.

Eu não me permito mais ser passado por idiota. Por mais que eu goste de advogar, é o meu ofício, o meu trabalho, o meu ganha pão. Não é hobby. Eu tenho que pagar aluguel, a roupa que eu compro, a internet que eu uso, a energia elétrica, consumo de água, combustível, IPVA, etc.

Portanto, não precisamos ser o que muitos pensam que os advogados são, no pejorativo, mas também não devemos ser otários. Começou a trabalhar tem que começar a receber, claro que com as exceções e peculiaridades de cada caso. Uma indenização promissora por exemplo, vale um contrato de risco. Mas, fora isso, restrinja as orientações até que configure um contrato de prestação de serviços propriamente dito.
Paulo Roberto Alves, Advogado
Paulo Roberto Alves
Comentário · há 6 dias
Prova mental? Penso que não.
Com o devido respeito, ouso discordar, afinal, a jurisprudência é do Plenário e de repercussão geral. Quando não há respeito pelas decisões de um Plenário da Corte Suprema, nem por alguns que fizeram parte da sessão plena e que votaram favoráveis a respeito, então estamos permitindo um retrocesso e a mesmice de que pobre pode ser preso até em primeira instância, mas o poderoso não. Democracia é, sobretudo, respeitar-se as instituições. Quantos políticos cometeram os mesmos crimes desses que estão sendo presos pela Operação Lava-Jato, antes do Mensalão? Muitos. E quantos desses muitos foram condenados? Um. E presos? Nem um sequer. Prescrição era a palavra recorrente.
Gleisi Hoffman já está em total desespero, por medo de perder o Foro Privilegiado e sabe que sua prisão está próxima. Atentou contra a Segurança Nacional (art.
, Lei 7.170/1983). Em outro país já estaria presa.
Miremos no exemplo de países que ressurgiram das cinzas e cresceram, podendo citar o mais recente com a prisão antes da condenação, da ex-presidente da Coréia do Sul; que agora já cumpre pena de 24 anos de reclusão. Enquanto se discute aqui radicalismos de uma lei desigual, lá a ex-presidente permaneceu presa durante o processo e com a condenação assim permaneceu. Isso é país sério.

Aqui, cada um só pensa no seu umbigo. Advogados criminalistas torcem para que tudo continue como antes para poder garantir liberdade e seus honorários milionários. Políticos corruptos, também querem, para que possam dilapidar os cofres públicos impunemente.
Perdão, "data maxima venia", mas o país deve olhar para frente, erradicar esse sistema corrupto que assola o país a décadas, e que chegou nas mais importantes instituições do país.

Não queremos retrocesso e quem pode contratar advogados milionários, me desculpa, mas se foi condenado também em segunda instância, inocente não é! E se acontecer um erro em 10 mil, que é a lógica, ainda pode-se corrigir. Não justifica, porém, mudar uma jurisprudência formada pelo STF através do Plenário, só para libertar Lula, que não é inocente.
Inocentes são as crianças sem merenda, sem educação de qualidade ou morrendo por falta de um atendimento médico e hospitalar dignos e adequados.

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